
A igreja católica teve relação direta com o fascismo italiano. Com a chegada de Mussolini ao poder, o ditador italiano assinou com o papa Pio XI o Tratado de Latrão, que não só dava à igreja um território, como fazia uma doação de cerca de 90 milhões de dólares.
Mesmo que a instituição corrompida católica tenha recuperado as finanças, Pio XI num surto de remórcio e peso na consciência de ter dedicado sua vida a toda a podridão católica, e contribuído com o mar de lama e sangue, no fim de sua vida, arrependido, escreveu uma encíclica condenando certos fatos como o anti-semitismo, o que causou revolta aos fascistas e pressão nazista contra a igreja, dois dias antes da publicação oficial, o papa morreu sob circunstâncias misteriosas, mas este caso, como muitos outros foi abafado pelo lixo católico, ele foi substituído pelo papa Piu XII, que simplesmente arquivou o documento. Ele considerava o nazi/fascismo um mal menor diante o perigo comunista, ou até a forte influência anarquista que o povo espanhol tinha.
Mesmo quando fatos como perseguição e morte de judeus se tornaram pública, o papa nunca se pronunciou contra, razão pela qual é conhecido como o papa de Hitler.
Após a guerra, grupos católicos ajudaram oficiais nazistas a escaparem para países da América Latina.
O partido nazista brasileiro chegou a ter 2.900 integrantes. Era o maior fora da Alemanha, isso se deve a grande ajuda católica à imigração alemã, especialmente para a região do sul do brasil. Alguns de seus líderes, como Otto Braun, chegaram a ter treinamento em Munique para se tornarem agentes políticos. Havia a Juventude Hitlerista, a Associação das Mulheres Nazistas, Associação dos Professores Nazistas. Na escola alemã Visconde de Porto Seguro em São Paulo os alunos saudavam os professores com a saudação Heil Hitler! Muitos dos professores vinham da Alemanha especialmente para fazer propaganda do nazismo. A defesa do nazismo era tão generalizada que um pai chegou a escrever a Goebbels, denunciando o diretor do colégio por não ensinar o nazismo.
Os nazistas brasileiros não se interessavam pela política local e não aceitavam em seus quadros descendentes de alemães nascidos no brasil. Mas de 1936 a 1939 os alemães que moravam por aqui receberam a incumbência de fazer a opinião pública brasileira apoiar Hitler. Para isso, eles contavam com 15 emissoras de rádio, que transmitiam notícias escritas em Berlim. Além disso, havia panfletos, livros e o jornal Aurora Alemã.
Se o eixo dominasse o brasil, certamente seriam perseguidos e exterminados judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová e socialistas.O restante do povo provavelmente seria transformado em escravos, pois Hitler diversas vezes declarou que os “povos inferiores” seriam tratados como escravos. Como o brasil tem uma grande miscigenação, nosso destino seria certamente a escravidão. Mesmo assim o brasil ainda é o país que tem mais católicos em todo o mundo.
A maldita igreja católica foi contra os 13 campos de concentração em 8 estados brasileiros em que foram presos 3 mil simpatizantes do fascismo.
O integralismo foi o equivalente brasileiro das doutrinas fascistas e nazistas. Este movimento inspirava-se na Doutrina Social da Igreja Católica, que acreditava que a sociedade só pode funcionar em ordem através de uma hierarquia social rígida e da harmonia social. O integralismo defende o nacionalismo, o militarismo e a religião católica. Seu lema é deus, pátria e família.