
Subversão é consciência
De um mundo de quem conquista
Onde não há escolha
E nem se cogita
Mais quando um não se adapta
Nasce um anarquista
Que antes de obedecer pergunta, por que?
Que só acredita no que duvida
Que não cultua por cultura
E não teme por ignorância
Que não vende a identidade
E não adere o objetivo da ganancia
Quem sofre a indiferença
Quem encherga, além
Desse valor irreal, cego e canibal
Doença social, capital
Onde se vale o que tem
E o que se sabe
Vem por sinal
Concepção resumida de jornal
Um protocolo padrão
O alvo da subversão
Reviver a essência,
Do mundo que nos foi negado
Corrigir o que foi destorcido
Esquecer o que foi ensinado
Subverter, não é regredir
Mais impedir o progresso do caminho errado
As ordens, as leis e tudo que foi feito em prol
De quem lucra, a cada ser alienado
Com cada mente enjaulada
Consumindo até não haver mais nada
Reverter a decadência herdada
Que apesar do estrago
Ainda pode ser mudada.
Morcego